Certo
dia, quando foram recolhidos 22 corpos, um dos funcionários conta que
havia terminado de comer quando ouviu a voz de uma mulher.

Ele
pensou que se tratava de uma colega, porém, quando foi conferir se
havia alguém por perto, percebeu que estava sozinho e o medo tomou
conta.
Outro
corpo de uma vítima de agressão também causou espanto e terror a quem
trabalha no órgão. "Quando abriu a porta do rabecão, ele ergueu a
lona. Três mulheres que estavam ao redor do corpo saíram gritando
apavoradas", relembra.
Os casos assombrosos não param por aí: são vozes desconhecidas, mesas e trincos de porta se mexendo.

Para
um dos funcionários, que trabalha no IML há seis anos, o pior
aconteceu no último final de semana, no dormitório: "Meu corpo estava
todo travado e senti meu pé quente. Comecei a orar na hora", contou.
"A
gente sempre escuta essas histórias, mas agora está pior. Alguns anos
atrás, tinha padre que vinha fazer oração. Mas faz tempo que eles não
aparecem".
Fonte: Parana Online
